22 de mai. de 2011

Palestra.

PALESTRAS E WORKSHOPS IN COMPANY
Palestra : O Luxuoso Poder do Serviço Extraordinário
Por décadas, a regra de ouro do Mercado do Luxo foi fazer lojas deslumbrantes e elegantes, mas o serviço… nem tanto assim. O aumento da concorrência e a maior exigência por parte dos consumidores vêm impactando a indústria do Luxo. As empresas do segmento estão começando a perceber que os seus clientes milionários não são apenas celebridades e herdeiros de grandes fortunas, mas sim pessoas que buscam o Luxo como um estilo de vida e exigem um serviço excelente em troca de sua fidelidade.

O segmento do Luxo continua crescendo no Brasil a taxas consideráveis e consecutivamente mais marcas disputam a atenção dos mesmos consumidores. Por isso, as empresas do segmento deverão aumentar a importância dada ao assunto e alocar mais recursos para treinar continuamente suas bem-intencionadas, mas geralmente sem habilidades, equipes de venda e representantes.

Pesquisas recentes do Luxury Institute mostram que 29% dos consumidores mais ricos tiveram um problema com pelo menos uma marca de luxo. Ironicamente, a mesma pesquisa indica que uma das maiores dificuldades foi conseguir que as empresas de luxo admitissem tais problemas…

O que a palestra oferece?

■Contém as tendências nacionais e internacionais , cases e exemplos, abordando conceitos e ferramentas da Valor.
■Explica o conceito de Serviços Extraordinários e o processo de agregação de valor ao negócio.
■Explica os 5 P’s do negócio Premium. (com cases)
Objetivo:

■Tem como objetivo ampliar a visão dos empreendedores sobre o mercado, o cliente e a concorrência, buscando mostrar a importância do envolvimento do empreendedor e da sua equipe na construção de uma marca de sucesso.
Resultados :

■Abre novas visões sobre a importância dos serviços na construção de um negócio de sucesso.
CAPACIPAÇÃO PARA O VAREJO DE LUXO
Workshop : Como inspirar o cliente a comprar?
■Vocação para servir – primeiro o vendedor precisa entender que para atuar no varejo é preciso ter vocação para gente, isso quer dizer, gostar de servir. Aqui ele entende a importância do seu papel e lhe dá ferramentas para inspirar o cliente a comprar.
PERSONAL BUSINESS COACHING
Pensar em construir uma marca que desperte desejo e valor é, sem dúvida, a fórmula para melhoria dos resultados para qualquer empresa. Porém, é difícil fazer isso acontecer de forma consistente. A gente sabe disso! Nós também sabemos que existem conceitos espetaculares por aí, mas na hora de colocá-los em prática, a rotina acaba dominando o dia a dia e não obtemos sucesso.

O Programa Personal Business Coaching, da Valor, foi criado para eliminar a distância entre conceitos e resultados. Em encontros semanais, um profissional da nossa empresa vai ajudar você a desenvolver sua equipe, construir cultura de desenvolvimento de valor agregado ao seu negócio e fortalecer sua reputação no mercado para atingir os resultados e metas que vocês irão estabelecer juntos. Nestes encontros com o seu Personal Business Coaching, vamos transferir competências, compartilhar conhecimento e ensinar o jeito da Valor construir o desejo e o valor pela sua marca. Nosso trabalho é desenvolvido através de técnicas e conhecimentos desenvolvidos e comprovadamente utilizados na construção de negócios de sucesso.

PERSONAL BRANDING
Marcas prestigiadas e de luxo são exemplos reais da eficiência e da eficácia do Branding, ou seja, do processo de construção e valorização de uma marca. Várias dessas marcas mostram como a excelência de seu criador tornou-se um fator de agregação de valor. Produtos desenhados por personalidades como Ralph Lauren, Armani, Chanel e Calvin Klein, carregam como valor agregado a confiança do cliente na expertise e genialidade de seu criador.

É possível transformar VOCÊ em uma prestigiada marca de sucesso pessoal e profissional através de um processo conhecido como “Personal Branding”, termo criado por Tom Peters, quando publicou na revista Fast Company seu artigo “The Brand Called you”. Personal Branding é um projeto pessoal constituído de um conjunto de ações planejadas e desenvolvidas com o objetivo de posicionar um indivíduo como uma marca de prestígio, desenvolvendo uma postura adequada e consistente que evidencie seus diferenciais pessoais e profissionais. Frente à competição do mundo global, não basta ser, é preciso ser visto e reconhecido por quem realmente interessa. Essas ações objetivam a construção da imagem de um indivíduo para o mercado e a sociedade nos quais ele quer fazer diferença e ser reconhecido. Diferentemente do coaching, que cuida especificamente do desenvolvimento de competências, o Personal Branding visa transformar o profissional em uma marca reconhecida e admirada. O Personal Branding pode ser realizado com profissionais de todos os segmentos e níveis, como altos executivos, empresários, médicos, esportistas e consultores, entre outros.

25 de set. de 2010

Sobre o Luxo

Fator que encanta, símbolo de status, elemento diferencial, seja concreto ou imaterial, o Luxo trata e retrata a questão do prestígio secular.

Entender o significado das palavras é, de fato, muito curioso. E mais curioso ainda é que as mesmas palavras, normalmente, ganham significados diferentes ao longo dos tempos de acordo com o pensamento e o contexto de cada período. Podemos compreender uma palavra sob os pontos de vista etimológico, histórico, cultural, semiológico, comportamental, econômico e comercial, entre outros. Todavia, optando pela objetividade textual, a tentativa de refletir sobre o Luxo será em torno de uma generalização do seu sentido, e não o específico de cada ou de uma só vertente.

Etimologicamente, "Luxo" e "luz" têm uma mesma origem. O radical comum e originário de ambas as palavras em latim é "lux", que significa exatamente "luz". Hoje em dia, talvez estas palavras não tenham mais tanta proximidade no significado, todavia, pode-se admitir que a referência à luz esteja embutida no que diz respeito à luminosidade, brilho, esplendor e, por extensão, a um gosto resplandecente ou a uma distinção perceptível.

Porém, deve-se admitir também que o Luxo, independente da etimologia e do período observado, é um assunto muito ligado à subjetividade e, por isso, torna-se muito relativo. Sob o ponto de vista concreto, está associado à suntuosidade, ao fausto, à pompa, à extravagância, ao supérfluo, à frivolidade, à aparência, ao poder material etc.

Contudo, sob os aspectos da imaterialidade, o Luxo deixa de estar ligado a um objeto para se associar a um signo, a um código, a um comportamento, a uma vaidade, à comodidade, ao conforto, a um saudável estilo de vida, a valores éticos e estéticos, aos saberes, ao conhecimento, ao reconhecimento, ao prazer e à satisfação e, até mesmo, à discrição, ao requinte e, portanto, a um outro tipo de elegância.

No que diz respeito às questões econômicas e comerciais, o Luxo se envolve com o raro, com a restrição, com o exclusivo e, por isso, com o acesso de alto custo. Daí surge uma especulação aos seus artigos e à gestão dos bens assim caracterizados. Por estar associado à qualidade, à diferença, à raridade, à satisfação pessoal, ao reconhecimento, à preferência, ao desejo, ao sonho, ao quase inatingível e também à admiração alheia, o Luxo, de uma maneira geral, é uma diferenciação com custo mais elevado.

Entre as nações do mundo atual, parece ser a França o país que ocupa o primeiro lugar em produção, difusão e gosto em consumir os bens de Luxo, apesar da existência de todo um fausto em países orientais; seguida da Inglaterra que, por sua vez, é diferente em diversos aspectos, mas que também não abre mão das suas tradições.

Parece que, aqui, surge uma palavra de alto valor para o entendimento de uma das possibilidades de significado do Luxo: a tradição. Isso não significa estar alienado ao ar dos tempos, às modernizações, mas, sobretudo, a saber valorizar e manter as raízes, as origens, as peculiaridades e sutilezas, os estilos, as autorias e, portanto, a valorizar o tradicional.

Contudo, são de muito bom tom, na abrangência do Luxo, os valores culturais, a preservação das memórias, a valorização do passado, a herança dos ancestrais, o reconhecimento e a preservação das tradições históricas. E é exatamente aí que se faz presente a diferenciação e a subjetividade individual ou de um povo. Desta forma, o Luxo talvez seja avesso às características da indústria cultural para assim privilegiar os valores de erudição e, até mesmo, (paradoxalmente) as genuínas tradições populares.

No universo da moda, apesar de na sua origem a moda ter sido o próprio Luxo, este atualmente está muito mais próximo do estilo do que da moda propriamente dita, uma vez que moda, hoje, está relacionada aos aspectos de diluição e democratização de um estilo. Portanto, nesta área, o luxuoso está associado à alta-costura e ao prêt-à-porter requintado, às roupas de grife e aos objetos assinados (sem, obviamente, querer exibir gratuitamente a marca, mas fazendo-o com naturalidade), aos tecidos sofisticados, aos bordados, ao fazer artesanal, à joalheria e suas pedras e metais preciosos, à relojoaria, à peleteria, aos sapatos, aos perfumes, aos cosméticos, à beleza, à sedução, à qualidade, ao novo, ao diferente e ao inusitado.

Independente do setor da moda, outras práticas ou mesmo áreas podem ter também uma relação muito próxima com os aspectos do Luxo, como é o caso dos mercados de obras de arte, dos automóveis, dos iates, dos objetos de casa como cristais, porcelanas, pratarias -(e de como saber usá-los seja na decoração ou à mesa); dos tapetes -, do próprio estilo de vida e, também, de uma residência, do lazer e da diversão como cruzeiros e esportes requintados, das viagens e hotéis sofisticados, do hobby de ser um colecionador, das bibliotecas particulares e de uma boa leitura e, também, no que tange aos hábitos culinários como vinhos, especiarias, alimentos raros e caros e, por extensão, aos restaurantes refinados. Tudo isso não se refere ao exagero e à ostentação, mas em saber usar até onde o equilíbrio determinar.

Portanto, trata-se de um tema de abrangência e reflexão profundas, e que nos remete ao sonho ou à tentativa de realização de um sonho, ao desejo, à própria evolução cultural e à mudança dos tempos, obviamente sem perder as referências.

E por falar em tempo, vale lembrar que ao estarmos já no século XXI, a palavra "Luxo" também já ganhou outras conotações e, agora, agrega preceitos até então fora das tradicionais premissas, tais como, a valorização de uma consciência e atitude ecológicas, a liberdade de utilização do tão escasso tempo, a prioridade da tranqüilidade, da segurança, do conforto, da praticidade, do silêncio, da simplicidade, do autodomínio, da qualidade de vida, do respeito à diversidade cultural, do bom humor, da boa reputação, da valorização das virtudes, do compromisso social, do respeito ao semelhante, da convivência coletiva pacífica, da educação, do lazer, da distração, da introspecção, da espiritualidade e da paz. Tudo isso se sobrepõe às aparências (e principalmente às falsas aparências) e ao acúmulo de objetos e riquezas.







Com todas essas novas premissas, parece que a tão antiga subjetividade continua sendo um fator indiscutível e indispensável às características de permanência do Luxo. E, na contemporaneidade, o Luxo está mais associado a ser e manter-se, do que a ter e se exibir.

Voltando à etimologia, num mundo tão dispersivo quanto o atual, o grande Luxo continua estando associado à sua origem em "lux", porém, numa nova ética, fugindo da luminescência e privilegiando a iluminação.

Fonte: http://www.gestaodoluxo.com.br/comportamento/comportamento_materia_13.htm

19 de jun. de 2010

FENG SHUI



Pendurar cristais pela casa, trocar a cor das paredes ou mudar a posição dos móveis, tudo isso faz parte do Feng Shui (leia-se "fan suêi"). Mas se você acha que essa arte chinesa de quatro mil anos se resume à decoração de interiores, está enganado.

Feng Shui está fundamentado no I Ching, a filosofia oriental que mostra como pequenas mudanças físicas ocasionam grandes transformações na nossa vida. E não se trata de crença, mas de mera observação da natureza.

"Em um apartamento onde não bate sol e o ar não circula, o morador está mais suscetível às bactérias. Então, se você tomar atitudes simples, como mudar a posição das janelas para favorecer a luz e o vento, terá uma grande melhora na qualidade de vida", explica o consultor e professor de Feng Shui Roberto Watanabe.

Formado em arquitetura, Roberto, 68, começou seus estudos do I Ching aos 17 anos e levou a curiosidade sobre as influências das construções sobre o corpo humano até as salas do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo), onde pesquisou a influência dos prédios mal projetados sobre a saúde dos moradores.

Para sua surpresa, as conclusões foram as mesmas das ensinadas pelo Feng Shui. "Descobri que uma casa bem arejada, onde as energias circulam, faz bem à saúde, assim como defende o I Ching", comenta o consultor.

Para que serve o Feng Shui?

É inegável que um ambiente decorado com bom gosto nos causa sensação de conforto. Mas por que isso ocorre? Alguns dizem que é a busca do ser humano pelo belo, mas o Feng Shui atribui esse bem-estar à forma como energias opostas (Yin e Yang) se distribuem e circulam pelo ambiente.

Dessa forma, o segredo está em harmonizar essa energia por toda casa, conduzindo-lhe à felicidade e ao sucesso na vida pessoal e profissional. Essa é a arte do Feng Shui: canalizar boas vibrações para você conquistar seus sonhos.

"Feng Shui não é remédio alopático, que você injeta e ele age independente da sua vontade. É preciso querer e agir para conseguir seus objetivos", alerta Roberto Watanabe. O professor faz questão de esclarecer que essa filosofia não é uma crendice e que não faz milagres se o usuário ficar passivo frente aos problemas.

Cuidado com o consumismo
Outra preocupação de Roberto é com a vulgarização dos conceitos originais do Feng Shui. Com a ascensão dos Tigres Asiáticos na década de 70, as empresas descobriram que essa arte era um dos elementos do sucesso desses países e importaram o I Ching.

Não tardou para que surgissem versões superficiais do Feng Shui. "A escola do Chapéu Preto, criada nos EUA, tem coisas boas, mas tem um apelo materialista. Comprar 100 espelhos não vai resolver sua vida", conta Watanabe.

Para ele, um consultor de Feng Shui leva pelo menos 14 anos para se formar (dez no estudo do I Ching e quatro na especialização em Feng Shui). Contudo, é possível que um leigo utilize alguns conceitos básicos para reformular o ambiente onde vive. "Só tome cuidado com algumas crendices, como cravar que a cama voltada para a porta é ruim", reforça o consultor, mostrando que não existe regra fixa para a prática.

Fonte: Guilherme Massa.

16 de set. de 2009

The Lost Symbol

The Lost Symbol
Por Dan Brown
Doubleday, 509 páginas, 29,95 dólares

Dan Brown, há muito aguardado "The Lost Symbol" é na verdade dois livros. O primeiro é um thriller de repetição de "Sr. Brown, O Código Da Vinci", exceto que ela é definida em Washington, em vez de Paris, e os maçons característica como a estrela sociedade secreta, em vez do Opus Dei. O outro livro, no "The Lost Symbol," é um sermão tedioso, geralmente vem da boca do protagonista perene do Sr. Brown, Harvard simbologia "professor Robert Langdon. Ele escreve sobre a forma como todas as religiões são na verdade a mesma religião, mas porque é que são pessoas religiosas (que significa principalmente cristãos).
"O Código Da Vinci", pregou que a igreja cristã, tentou suprimir o "eterno feminino", personificado por suposta esposa de Jesus, Maria Madalena. Em "The Lost Symbol", a igreja cristã está tentando suprimir o fato de, aparentemente, um dos princípios da Maçonaria que todos nós secretamente o culto ao sol Gyptian E-Ra Deus. Quem sabia?
Como um thriller, "The Lost Symbol" é emocionante, embora os leitores de "O Código Da Vinci", vai notar que alguns dos mesmos personagens de enredo, parceira de Langdon em aqui ela é Katherine Salomão, um cientista do Smithsonian Instituicao especializada em "Noetics", uma Nova Idade ramo da física que atrai a teoria das cordas e tentar provar que "mente sobre a matéria" é uma realidade científica.
Em "O Código Da Vinci", que era perito Santo Graal Leigh Teabing, é aqui que é o próprio Langdon, além de Colin Galloway, um ultra-liberal sacerdote na Catedral Nacional de Washington, que parece ter desistido de Jesus Cristo para Ra.
Há três Chase forma, em que Langdon e companheira fugir malfeitores não só a aplicação da lei penal, mas também. E não há uma religião verdadeiramente assustador vilão obcecado: um careca, tatuado Maçônica início que se chama "Akh Mal" e que se especializa nos assassinatos sádicos imaginação de todos os que estão em seu caminho.
E falando de que, o romance de Brown ignora estranhamente até as páginas finais tributo mais proeminentes de Washington para o papel dos maçons na história E.U.: o Monumento de Washington, elevando-se sobre o distrito com o seu design obelisco egípcio e piscando pirâmide em seu topo. É um símbolo que implora para ter desempenhado um papel fundamental na trama da novela que pretende ser sobre todos os símbolos maçônicos.
Fontes:Ms. Allen é um editor de contribuição do Instituto Manhattan Campus Minding site.
http://online.wsj.com


The Lost Symbol
By Dan Brown
Doubleday, 509 pages, $ 29.95

Dan Brown's long-awaited "The Lost Symbol" is actually two books. The first is a thriller repetition of "Mr. Brown, The Da Vinci Code," except that it is set in Washington rather than Paris, and the Masons feature as the star secret society, instead of Opus Dei. The other book, "The Lost Symbol," is a boring lecture, usually comes from the mouth of perennial protagonist of Mr. Brown, Harvard symbology "professor Robert Langdon. He writes about how all religions are really the same religion but why are religious people (which means mainly Christians).
"The Da Vinci Code" preached that the Christian church tried to suppress the "eternal feminine," personified by the supposed wife of Jesus, Mary Magdalene. In "The Lost Symbol", the Christian church is trying to suppress the fact, apparently, one of the principles of Freemasonry that we all secretly worship the sun and Gyptian-Ra God. Who knew?
As a thriller, "The Lost Symbol" is exciting, but readers of "The Da Vinci Code" will note that some of the same characters in the plot, Langdon's partner in here she is Katherine Solomon, a scientist at the Smithsonian institution specialized in "Noetics," a New Age branch of physics that draws the string theory and try to prove that "mind over matter" is a scientific reality.
In "The Da Vinci Code," which was the Holy Grail expert Leigh Teabing, is where is the very Langdon, and Colin Galloway, an ultra-liberal priest in the Washington National Cathedral, which seems to have given up on Jesus Christ for Ra.
There are three Chase form, in which Langdon and fellow criminals escape not only the application of criminal law, but also. And no one religion truly scary villain obsessed: a bald, tattooed Masonic initiation is called "Akh evil" and who specializes in sadistic murders imagination of all who stand in your way.
And speaking of that, Brown's novel strangely ignores until the final pages of the most prominent tribute to Washington for the role of Freemasons in U.S. history: the Washington Monument, towering over the district with its Egyptian obelisk design and flashing pyramid top. It is a symbol that begs to have played a key role in the plot of the novel you want to be on all the Masonic symbols.
Sources: Ms. Allen is a contributing editor of Manhattan Institute Campus Minding site.
http://online.wsj.com

22 de mar. de 2009

Crítica.

"A crítica nunca é amorosa; nunca é feita para o bem de alguém.
Ela tem a intenção de debilitar ou criar inseguranças e dúvidas na pessoa a quem é dirigida, porque você está infeliz."

(Karen Casey - Change Your Mind).